quinta-feira, 26 de maio de 2011

A história moderna da inteligência artifical nos games...

Começamos nossa história há mais ou menos uns 10 anos, ouvi falar que uma produtora estava trabalhando em um game revolucionário, gráficos fabulosos e inteligência artificial absurdamente realista... Você controlaria um deus, e as suas vontades seriam feitas realidade através de um avatar na forma de um animal gigantesco... Este game era Black & White, da Lionhead Studios.
Pô, os gráficos são de 10 anos atrás... Vai reclamar?

Meu conceito de criatividade mudou daquele momento em diante, então não, não me impressionei com o Iphone, Ipad e demais traquitanas lançadas pela Apple... O discurso de Peter Molyneux que dizia que os games tinham de ter inteligência artificial e não estupidez artificial me deixou hipnotizado... Em uma época onde os Zumbis ainda dominavam o mundo gamer... Alguém berrava pela inteligência dos NPCs (Non Playable Characters, algo como Personagens Não Controláveis)...
Segundo game da série, a inteligência artificial foi muito melhorada neste...

Mas até aí nada demais né? Discurso de produtora... Só que você podia curtir o game ouvindo quaisquer músicas que tivesse no HD, e como se não bastasse, dependendo do estilo que você mais ouvisse e como agisse no mundo a cada estilo musical, o seu avatar se comportava de forma diferenciada... Não entendeu? Tocou um rock, e você caiu matando na tela... Assim que tocar um rock de novo, o teu avatar vai ficar mais agressivo e meio que tocar o terror no "automático"... Que tal?

Então, em Outubro de 2005, o "Medo" bateu nas nossas portas...
Os efeitos de particulas, luzes e sombras desse game são referência para produtoras até hoje...

No 18º dia de Outubro de 2005, Fear era lançado pelo mundo afora, a primeira coisa percebida pelos gamers? A ambientação, a segunda? Inteligência artificial incrível do "exército de clones"...

Ao contrário do que temos em Call of Duty, onde os inimigos saem do mesmo lugar sempre, só que os tiros arrancam mais HP que o normal, em Fear, os soldados da Armachan criavam emboscadas, jogavam uma granada por uma janela e te esperavam nas saídas do lugar. Os malditos entravam pelas janelas na "voadeira"!!!

Resultado, o game foi um sucesso de vendas, e sucesso maior ainda de crítica, levando a maior parte dos prêmios de game do ano...
Caco de gráfico né?

Existe uma série que também se diferencia das demais no quesito inteligência artificial... A série Total War, cujo último capitulo lançado foi Shogun 2: Total War...

Controlar dezenas de soldados por um mapinha qualquer não é tarefa para maioria das pessoas, agora, controlar centenas de unidades, ver o inimigo apenas se você estiver sobre aquela colina no meio do cenário ou perder, e muito, a utilidade dos seus arqueiros apenas por que começou a chover durante a batalha é algo para poucos...

Joguei muito o game Empire: Total War, que se passa durante a era industrial, e digo àqueles que curtem uma estratégia realista... JOGUEM... Principalmente as batalhas navais... São de arrebentar o crânio...

Francamente só curto games de corrida em tomada de tempo, ver aquelas imbecilidades artificiais dos games de corrida que sempre correm sobre os mesmo trilhos chega a me doer, mesmo que você enfie seu carro na lateral deles... Como zumbis atrás de cérebros, os desgraçados insistem... Em voltar pro trilho... Damn...

Na verdade se perceber bem, games de esporte em geral tem o sistema de trilhos... Veja por exemplo os games de futebol...

Pessoalmente, adoro Crysis, Assassins Creed e a série Age of Empires... 3 dos maiores grupos de NPCs debilóides dos games de todos os tempos...

Bueno pessoal... Esses foram alguns dos games que se destacaram de forma violenta no quesito, inteligência artificial, games que dão trabalho por meio que chamarem os gamers de burros... Ao invés de simplesmente frustá-los com um aumento na velocidade do game...

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