terça-feira, 8 de julho de 2014

Resumo básico da partida hoje...

Entram em campo, tocam hinos...

Primeiros 20 minutos...




#Tamojunto...

Acabei de ler a coluna da Tati Bernardi, na Folha de São Paulo e, novamente, acabei digerindo por alguns minutos o texto para então comentar aqui...

A Tati mencionou em como seu pai, frustrado com a baixaria que anda esse país, ficou sensibilizado com o jovem de cabelo desgrenhado que vinha apanhando desde o primeiro jogo da copa... "Quebraram o menino", nas palavras dele. Assim como a sua mãe, que viu a inocência do menino, em sua declaração cheia de lágrimas no domingo.

Não sou um apaixonado pelo futebol, não tenho acompanhado a copa e só assisti um jogo na íntegra por que ameaçaram que eu não jantaria se não assistisse. Todos que me conhecem sabem que detesto o cai-cai que virou o futebol nas últimas décadas.

No entanto, o silêncio que se seguiu quando o garoto caiu, já com a mão nas costas, em prantos, era quase palpável. Aposto que os revolucionários de araque que juravam "NÃO VAI TER COPA", e vinham acompanhando a festa, como se nada tivesse acontecido nos meses anteriores, fizeram parte da plateia silenciosa na frente da televisão.

Desde então vimos duras críticas, e deboches variados em nossas timelines. Comparações com o atendimento do SUS e as declarações (pra variar) estúpidas do Galvão na hora.

Fato é que, como a Tati disse no texto dela, Neymar em sua declaração emocionada de poucos minutos, conseguiu pegar boa parte da população que ainda não havia "comprado" a copa... O moleque conseguiu transmitir a importância do sonho pelo qual lutava para os telespectadores em poucos minutos.

Não, eu não queria copa. Queria que o Ronaldo tivesse respondido para qual Estádio levaram o Neymar quando o tiraram de campo, já que "Copa não se faz com Hospital"...

Não, eu não acho que o coitado do jogador colombiano deva ser linchado em praça pública. Futebol, ao menos a última vez que eu vi, ainda era um esporte de contato, onde lesões sérias acontecem o tempo todo.

Não, eu não vou assistir o jogo hoje... Ou qualquer um dos próximos... Mas entendo quem vai, afinal de contas, quebraram o "canarinho"... Agora é pessoal...

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Tem que ver isso aí dona Ruth...

Outro dia ainda, minha Mulher (sim, chamo seguidamente de minha Mulher, por mais machista que possa parecer, e outro dia explico o porque) começou a ler um que outro trecho do texto da Ruth Manus, sobre as mulheres criadas para ser tudo o que um homem não quer. Rimos, brincamos um pouco a respeito e logo deixamos pra lá.

Mas a enxurrada de compartilhamentos deste texto na minha timeline do Face continuava e conforme ia digerindo o material, resolvi regurgitar minha opinião de Homem aqui.

(para você que não leu o material ao que me refiro, aqui está o link).

"Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:

Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.

Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.

Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.

Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”

"...Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele..."

Já há uns oito anos atrás, acho que foi o Humberto Gessinger que disse: "O homem é um jipe, a mulher é um carro Fórmula 1"... Lembro que, já naquela época, concordava com essa afirmação dele. 

Sempre houveram os Homens que entendem que a Mulher é uma máquina refinada, desenvolvida para a  precisão, o detalhe. Cujo valor e capacidade são bastante superiores ao nosso. Que entenderam que, aquelas que quisessem, dominariam o mundo.

Bem como os homens buscam uma mulher submissa. Que viva em um seriado dos anos 60, profissão do lar e mãe... Diabos, que mais uma mulher quer que isso? Para se realizar ela não precisa apenas ter o filho, escrever o livro e plantar a árvore? Então, são livres para fazer isso... (desde que os dois últimos não atrasem a janta)

Talvez tenha conhecido e convivido apenas homens, nenhum Homem... Chato isso, dona Ruth, chato mesmo... Vou entrar em contato com o Sindicato para reportar esse problema da nossa categoria...

Sobre a Mulher de hoje curtir esportes, games e cerveja... Excelente, tenho uma dessas em casa e posso dizer... Gosta de futebol americano, como eu, prefere comprar um jogo pro kinect ao invés de uma panela nova e começou recentemente a beber cerveja comigo... Quer coisa melhor?

"Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”."

A vida é uma correria pra todo mundo hoje em dia Ruth, por incrível que pareça, não é exclusividade da Mulher bem resolvida... Não é você chegar com a camisa amassada, meio torta por causa da bolsa pesada, os apitos do celular, as amigas, o carro sujo ou as quatro reuniões do próximo dia que vão eliminar o interesse de um Homem em você... O que nos leva ao último ponto que queria comentar...

"...Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta."

Ruth, meu anjo... Você não está sozinha por que os homens não querem mulheres inteligentes, de personalidade e bem sucedidas... Você está sozinha por que acha que deveria ganhar o Nobel por ser bem resolvida... O que é o mínimo, hoje...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

É cada uma...

Hoje pela manhã uma das matérias apresentadas pela Ana Maria Braga foi sobre um sutiã de rosto.
É, você não leu errado, pode ficar tranquilo e não precisa correr pro oftalmologista. Realmente inventaram um SUTIÃ DE ROSTO, ou face lift.

Como não poderia deixar de ser, o produto foi inventado pelos mestres das invenções, os japoneses.

Trata-se de uma tira de borracha que é presa atrás da cabeça, como mostra a imagem abaixo.



A função é combater os efeitos da gravidade, ajudando a levantar os músculos faciais, combatendo a flacidez.

O produto foi batizado de Horei Lift Bra e já está sendo comercializado - custa em torno de US$ 40.

Eu (ainda) fico realmente admirada com o que as pessoas inventam em prol da beleza...






terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Os Estagiários

Ok ok, eu confesso. Não sou a maior fã de filmes de comédia. Isso porque geralmente eu não acho tanta graça como poderia - assisto uns dez pra gargalhar em três. Não se assustem, a minha frequência de gargalhadas no dia-a-dia é bem maior.

Mas o caso não é esse; hoje eu quero falar sobre Os Estagiários. Claramente cheio de propaganda para o Google (o que não foi um problema pra mim), essa comédia tem dividido as opiniões dos críticos.

Embora a trama seja banal (dois coroas com pouca, hum, atualização tecnológica, perdem o emprego e conseguem uma oportunidade para tentar um emprego no Google. A partir daí eles precisam lidar com o conflito de gerações e aprender a usar a tecnologia a seu favor) achei que ele vale a indicação, já que...

1 - Tem o Owen Wilson e o Vince Vaughn como protagonistas;
Eu adoro esses caras!

2 - Estamos na geração do "conflito de gerações";
Quem nasceu nos anos 80, por exemplo, cresceu na época da popularização da tecnologia - surgimento dos celulares, computadores pessoais, notebooks, tablets, redes sociais... quem nasceu antes já era adulto, ou quase, quando isso começou; e quem nasceu depois de 2000 já viu tudo isso "pronto", sendo absolutamente natural, nada a que se adaptar. Achei um ponto positivo do filme retratar isso dessa forma divertida.

3 - Os protagonistas são "gente boa";
São o que nós, crianças dos anos 80, chamaríamos de "do bem". Não querem passar por cima dos outros para subir. Tão raro isso hoje em dia! E isso nos leva ao número 4:

4 - Dá pra ver em família e tem até uma certa "moral da história";
Entre tantos participantes do estágio se achando superiores, os caras tem uma atitude humilde... e outras coisas que vocês vão poder ver assistindo o filme e que eu não vou contar pra não passar spoiler.

5- Sem grandes dramas;
Quer um filme pra relaxar? Ótimo, achou. Toda a coisa do conflito de gerações e da necessidade de reconstruir a vida foi tratada com muita leveza, como pede uma comédia. Mesmo que você não gargalhe muito (foi meu caso), aposto que vai se divertir ao menos um pouquinho.

Confiram o trailer:


E por hoje, era isso!
:)
Gisele


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